terça-feira, 6 de março de 2012

Barra cai e atinge Dilma no pé durante entrevista na Alemanha

Barra que sustentava corda divisória caiu quando presidente falava.
'Ai, ai', reagiu Dilma. Não houve necessidade de atendimento médico.




A presidente Dilma Rousseff reagiu com uma expressão de dor depois que uma barra caiu e a atingiu no pé durante a entrevista que concedia a jornalistas brasileiros nesta segunda (5), em Hannover, na Alemanha.
Dilma concedeu a entrevista antes de participar da abertura da Feira Internacional das Tecnologias da Informação e das Comunicações, a Cebit, ao lado da chanceler alemã, Angela Merkel.
No instante do incidente, a presidente falava sobre protecionismo dos países ricos, quando se afastou dos repórteres e manifestou dor: "Ai, ai". Em seguida, retornou e disse: "Passou. Vou mancar até amanhã". Após o episódio, ela deu continuidade à entrevista.
A assessoria do Palácio do Planalto informou que a presidente foi atingida no pé pela queda de uma barra de sustentação da corda divisória que a separava dos jornalistas. Segundo a assessoria, o que ocorreu foi somente um susto, e a presidente não necessitou de atendimento médico.
Depois da entrevista, Dilma se dirigiu para o recinto onde ocorreu a cerimônia de abertura da feira - ela e Angela Merkel discursaram no evento.

Fonte: Portal G1

4 comentários:

Antonio Rangel disse...

FIFA, o chute na bunda e o CEP errado.

Corre pela imprensa independente a notícia de que nosso petiz e birrento sinistro dos esportes enviou uma carta de protesto à FIFA pelo chute na bunda em rede mundial que o Brasil levou do secretário geral da entidade Mr. Jérome Valcke.
Segundo a imprensa, nosso competente sinistro, ou algum aspone de seu "gabinê", enviou a missiva para Lausane na Suiça, onde surpreendentemente fica a sede do COI. Ou, o comitê organizador das Olimpíadas. A sede da FIFA fica em Zurique na mesma Suiça, a 225 quilometros de distância...
UFA!!! 225 KM? Dessa vez erraram por pouco né?
É parece piada, mas será que o sinistro dos esportes já está se precavendo e mandou uma correspondência para a sede do COI com a intenção de avisar que aqui na pocilga as Olimpíadas correm sério risco de também não acontecerem assim como o mundial de futebol. Mas o DESgoverno da pocilga não irá admitir em hipótese alguma que os organizadores enfiem chutes em bundas Tupiniquins. Afinal, nóis é incomPTente, mais tem orgulho disso!!!

E enquanto isso, o secretário da FIFA pede desculpas publicamente ao DESgoverno de Banânia, e retira totalmente a possibilidade de se a Copa não acontecer, ou se acontecer e for um sucesso de incomPTência e roubalheira o DESgoverno da pocilga apontar um culpado (FIFA) para levar a "fama".

A FIFA deu o recado, o DESgoverno espanou e o mundo sabe que aqui a coisa não anda nem a chutes.
E como disse certa feita o ex presidente da França, Charles de Gaulle; "O Brasil não é um país sério"

Como é que um país quer sediar mundiais de futebol e olimpíadas se o sinistro que cuida dessa parte não tem comPTência para enviar uma simples carta?

Tamos phudidos...

Como diz o Jornalista Boris Casoy..."ISTO É UMA VERGONHA".

Antonio Rangel disse...

Dilma mostra seu paladar refinado e aproveita escala em Portugal para se entregar aos prazeres do bacalhau

Bico fino – No universo nada é mais direitista do que um representante da esquerda no poder.

E a história tem comprovado repetidas vezes essa teoria.

Conhecido, antes de chegar ao Palácio do Planalto, como defensor dos trabalhadores, o ex-sindicalista Lula não fez cerimônia e, ao pisar no Palácio do Planalto, se entregou às benesses do poder, todas financiadas com o suado dinheiro do contribuinte.

Em setembro de 2007, em Nova York, onde discursou na abertura da Assembleia Geral da ONU, o petista se rendeu à excelência da relojoaria e arrematou um fino e caro relógio da marca Cartier.

A aquisição se deu em uma loja da conhecida marca francesa fincada na elegante 5ª Avenida, tendo custado a bagatela de US$ 16 mil.

A reservada operação se deu às 22h30 (horário local), quando lojas do naipe da Cartier recebem, a portas fechadas, os clientes considerados especiais.

À época, o ucho.info denunciou esse descalabro, sendo que o então senador Heráclito Fortes (DEM-PI) cobrou explicações de Lula, que jamais respondeu.

Tempos depois, o mesmo parlamentar cobrou explicações da outrora chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, durante sessão de comissão permanente do Senado.

E nada de resposta.

Ao que parece, a agora presidente Dilma Rousseff herdou de seu antecessor o apreço pelas coisas boas do poder. Na viagem que a presidente faz à Alemanha, onde nesta segunda-feira (5) discutiu com a chanceler Angela Merkel os efeitos da crise que abala a Europa, o avião presidencial cumpriu escala técnica na bela cidade do Porto, em Portugal, para reabastecimento.

Adepta da boa gastronomia, Dilma ordenou à sua assessoria que, com antecedência, encomendasse um prato à base de bacalhau do badalado Restaurante Terra, que seria servido a bordo.

Acontece que a mandatária brasileira mudou de ideia, mandou o fino prato de bacalhau às favas e ordenou ao comandante do avião que anunciasse a sua ida ao tal restaurante, pois seu desejo era degustar o bacalhau in loco.

O chef de cozinha que prepara o tal prato estava em seu dia de folga e foi obrigado a vestir o jaleco e cozinhar para a presidente que vive sob o slogan “País rico é país sem pobreza”.

Na verdade, país rico é aquele que paga a conta das bacalhoadas consumidas pelos governantes.

Enquanto isso, no Brasil, alguns cidadãos continuam revirando lixos à procura de restos de comida.

Como disse certa feita o então presidente Lula, “nunca antes na história deste país”.

Antonio Rangel disse...

Militares têm versão de que José Dirceu insuflou ministras a atacarem militares para retaliar Dilma

Nos bastidores da inteligência militar, surge uma versão para a manobra desastrada do governo que resultou na mais grave crise militar desde 1985, quando o General João Batista de Figueiredo deixou o Palácio do Planalto pela garagem. Um movimento de bastidores promovido pelo ex-ministro José Dirceu, em retaliação à Presidenta Dilma Rousseff, teria motivado as declarações de duas ministras pela revogação da lei de anistia e em favor da ação revanchista da Comissão da Verdade.

Na versão que circula no serviço reservado das Forças Armadas, José Dirceu teria procurado Dilma para lhe pedir que fizesse uma pressão sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal, para livrá-lo de uma quase certa condenação no julgamento do Mensalão. Dilma teria lhe respondido que não cabia a ela e nem teria a menor condição política de atender a tal pedido descabido. Contrariado, Dirceu teria bolado uma maneira de dar um troco político à companheira, desgastando-a.

Na versão do serviço reservado de uma das forças – que é comentada, nos bastidores empresariais, por donos de uma grande rede de comunicação que não têm interesse (ainda) em divulgá-la -, Dirceu teria insuflado as ministras Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Eleonora Menicucci (Secretaria da Mulher) a criticarem os militares. O problema é que, se realmente foi planejada, tal manobra saiu do controle. As bobagens ditas pelas ministras geraram o Manifesto Interclubes Militares, divulgado dia 16 de fevereiro. O governo cometeu a bobagem de mandar censurá-lo, escalando o General Enzo Peri, comandante do EB, para negociar a retirada do texto do site do Clube Militar.

Em resposta, Generais na Reserva reagiram com o “Alerta à Nação”. O ministro da Defesa, Celso Amorim, se sentiu atingido em sua autoridade e prometeu punir quem assinou o texto. Para aumentar a temperatura do inferno institucional, em reportagem de Miriam Leitão na Globo News e no jornal O Globo, o General de Divisão na reserva, Luiz Eduardo da Rocha Paiva, cometeu a ironia de recomendar que Dilma Rousseff também seja convocada pela Comissão da Verdade para explicar sua participação no plano terrorista que assassinou, barbaramente, com a explosão de uma bomba, o soldado Mário Kozel Filho, no Quartel do Ibirapuera, em 26 de junho de 1968.

Se tal versão militar for mesmo verdadeira, a autofagia petista deve doer bem mais que a queda de uma barra de metal no pé (como ocorreu ontem com Dilma, na Alemanha). Uma pista de que a retaliação de Dirceu tem tudo para realmente ter ocorrido foi a súbita demissão do ministro Luiz Sérgio. Ligadíssimo a Dirceu, ele foi tirado do ministério da Pesca para a entrada do senador Marcelo Crivella. A versão oficial de que a troca era para acomodar o PRB no governo começa a perder sustentação.

Lista crescendo

A cada instante aumenta a lista dos militares na reserva, aderindo ao manifesto “Alerta à Nação - "ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO!”, que o ministro da Defesa, Celso Amorim, tem a intenção de mandar seus subordinados comandantes punirem.

Até meia noite de ontem, o texto era endossado por 81 Generais (20 Generais de Exército, 21 Generais de Divisão e 40 Generais de Brigada), 1 desembargador TJ/RJ, 364 coronéis, 88 ten coronéis, 20 majores, 41 capitães, 49 tenentes, 30 subtenentes, 27 sargentos, 8 cabos e soldados.

Resta esperar se os chefes militares terão mesmo disposição para punir tanta gente, seguindo a vontade do Ministro da Defesa.

Temperatura subindo

Sócios do Clube Naval pedem uma Assembléia Geral Extraordinária.

Querem discutir, principalmente, o risco de punição a militares na reserva que expressaram sua livre opinião, dentro da lei e da ordem constitucional.

Resta esperar para ver se o Vice Almirante Ricardo Antônio da Veiga Cabral terá condições políticas de agendar tal reunião.

www.fiquealerta.net

Antonio Rangel disse...

Juiz intima “réu” Paulo Henrique Amorim a cumprir acordo judicial e a publicar retratação nos seus devidos termos

Eu não publico porque não quero por aqui os partidários do JEG (Jornalismo da Esgotosfera Governista), vocês sabem… Mas todo dia chegam manifestações mais ou menos assim: “Aí, hein… Depois que o Paulo Henrique Amorim ameaçou te processar, você (NR: eles misturam os pronomes, e esta é a menor das porcarias que fazem num texto…) parou de falar do caso Heraldo Pereira!” Parei? Então não fui avisado por mim mesmo. Não parei, não! Havendo novidade, cá estou! Não havendo, mas dando vontade, idem!

Bem, não vou aqui fazer memória longa da história, que vocês conhecem de sobejo. Um acordo judicial obrigava Paulo Henrique Amorim — sim, ele tem obrigações a cumprir — a publicar uma retratação em seu blog e em dois jornais: Folha e Correio Braziliense. Vocês se lembram: ele foi processado por Heraldo na área cível — há um outro processo na criminal, movido pelo Ministério Público Federal e já aceito pela Justiça — por ter afirmado que o jornalista é um “negro de alma branca”, entre outras delicadezas. Também afirmou que seu desafeto não tem outra razão para estar onde está, exceto o fato de “ser negro e de origem humilde”.

Pois bem: Amorim resolveu publicar a retratação no meio de textos que, na prática, reiteram tudo o que havia dito antes — só que, nesse caso, recorrendo a palavras de terceiros, claramente endossadas por ele. Também inventou um troço estapafúrdio: segundo ele, com a retratação — FEITA POR ELE, NÁO PELO OFENDIDO, É ÓBVIO —, Heraldo estaria admitindo que ele não é racista. Falso! O jornalista não admitiu nada. Até porque, advogado que também é, foi admitido como assistente de acusação no processo criminal.

Pois bem! O advogado de Heraldo voltou à Justiça para acusar o descumprimento do acordo judicial. Na imagem lá no alto, vai a sentença do juiz Daniel Felipe Machado, que intima o “réu” (ele é “réu”, o que faz questão de omitir) Paulo Henrique Amorim a:
1) fazer a retratação “ipsis litteris” e sem comentários no mesmo post;
2) publicar a retratação nos jornais que constam do acordo, “sem comentários no mesmo espaço”.

Relembro o conteúdo da retratação:
“Retratação de Paulo Henrique Amorim, concernente à ação 2010.01.1.043464-9:
Que reconhece Heraldo Pereira como jornalista de mérito e ético; que Heraldo Pereira nunca foi empregado de Gilmar Mendes; que, apesar de convidado pelo Supremo Tribunal Federal, Heraldo Pereira não aceitou participar do Conselho Estratégico da TV Justiça; que, como repórter, Heraldo Pereira não é nem nunca foi submisso a quaisquer autoridades; que Heraldo Pereira não faz bico na Globo, mas é funcionário de destaque da Rede Globo; que a expressão ‘negro de alma branca’ foi dita num momento de infelicidade, do qual se retrata, e não quis ofender a moral do jornalista Heraldo Pereira ou atingir a conotação de racismo.”

Jamais se esqueçam: Paulo Henrique escreveu e reiterou aquelas coisas por meio de terceiras pessoas tendo no alto da página a marca dos “Correios”, uma estatal. No momento, a sua homepage remete a ataques a Gilmar Mendes, um ministro do Supremo; a José Serra, um dos líderes da oposição, e, de novo!, a Heraldo Pereira com propaganda da Caixa Econômica Federal.

Isso quer dizer que uma estatal patrocina o ataque a um ministro do Supremo (e o que vai lá é ataque, não crítica); a um adversário do governo federal (e o que vai lá é ataque, não crítica) e, pasmem!, a um jornalista, de quem ele resolveu que poderia fazer certas cobranças porque seu alvo, afinal, é negro (e o que vai lá é ataque, não crítica). A Caixa já inventou um Machado de Assis branco e teve de se retratar. Agora, financia textos que, na prática, dizem que o negro Heraldo Pereira tem alma branca. Fosse uma tentativa de elogio, seria uma ofensa. Como é uma ofensa, então ofensa é.

Por Reinaldo Azevedo